A maioria dos sistemas de armazenagem são constituídos por estruturas que usam perfis em “L”, “U”, tubos modulares e perfurados, dispostos de modo a formar estantes, berços ou outros dispositivos de sustentação de cargas.
Os sistemas de armazenagem mais comuns são:
Porta-paletes convencional: é o sistema mais conhecido. Utilizado quando é necessária seletividade nas operações de carregamento, ou seja, quando as cargas dos paletes forem muito diversificadas e permitirem a escolha da carga em qualquer posição da estrutura.
Drive-in/Drive-Trough: é um Sistema blocado, permite a otimização do espaço útil de armazenagem em função da redução dos corredores para movimentação. A empilhadeira precisa adentrar a estrutura para movimentar a carga.
Push-back: é um Sistema semelhante ao Drive-In, onde o palete é colocado sobre carros ou roletes e é movimentado por gravidade. O primeiro palete que entra é o último que sai, LIFO (Last In, First Out).
Cantiléver: é usado em armazenagem de peças de grande comprimento (tubos, madeiras, trefilados etc.) onde é possível ter uma boa seletividade e velocidade de armazenagem.
Estantes de aço: são módulos com prateleiras, normalmente com vãos pequenos, usadas para cargas leves, que permitem uma variação de altura.
Divisórias de Aço: são paredes de aço utilizadas para dividir ou isolar áreas de armazenamento. Podem ser configuradas com chapa de aço, chapa e tela ou chapa e vidro.
Mezanino: São plataformas livres montadas sobre suportes ou estantes elevadas o suficiente para permitirem estocagem ou outra atividade abaixo e sobre as plataformas.
Rack metálico: é um sistema de armazenagem blocado por empilhamento, onde a carga é colocada no rack diretamente sobre a outra.